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Experiências reais com queijo e leite de Cabra
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Alice Mesquita de Castro
Chef proprietária do Alice - Centro de Gastronomia e Restaurante
Shin Ql 11 Conjunto 9 Casa 17 - Lago Norte
CEP.: 71.515-790 - Brasília - DF
Telefones: (61) 3577-4333 e (61) 3368-1099 - Fax: (61) 3368-5584
aliceres@terra.com.br
www.restaurantealice.com.br
Há 10 anos tenho restaurante em Brasília e sempre procurei bons fornecedores de
queijo de cabra. Ás vezes encontrava um produto importado, outro que vinha do
interior do Rio, tudo muito difícil e nada com entrega regular.
Resolvi pesquisar na internet e em revistas especializadas em gastronomia.
Tinha certeza de que acabaria encontrando o que queria.
Assim conheci a Capri-Vita e o Onivaldo Ramos Leão.
Desde então, tornei-me consumidora e admiradora do queijo de cabra, produto de
excelente qualidade, rico em vitaminas, fóstoro, cálcio, potássio e magnésio.
De fácil digestão e sabor delicioso, o produto nunca mais faltou em meu
restaurante.
O Onivaldo atende com muita eficiência e rapidez, o que torna ainda melhor a
parceria com esse respeitável fornecedor.
Tenho muito prazer em trabalhar com produto de tão grande qualidade e pessoa de
tão grande competência, responsabilidade e simpatia como é o nosso amigo
Onivaldo.
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Marcos Sant’Anna
Engenheiro Civil e Empresário (ex vice-prefeito de Belo Horizonte)
Fundador e Conselheiro do Instituto Horizonte
Articulador do Plano Estratégico da Grande BH
Candidato a Deputado Federal pelo PPS
Porque eu como diariamente queijo de cabra?
Sempre gostei de queijos em geral e os consumia com fartura, quase um exagero.
Quando conheci o queijo de leite de cabra, gostei muito e o incorporei aos meus
hábitos de consumo.
Coincidentemente minha terapeuta holística recomendou-me o uso do queijo de
leite de cabra, em função do meu tipo sanguíneo. Passei a usar quase
exclusivamente este tipo de queijo, diariamente, há quase dois anos, e me senti
muito bem, talvez pela menor quantidade e efeito da lactose. Passei a acreditar
que ele me faz bem à saúde.
Nas primeiras experiências conheci o Capri-Vita e o adotei, principalmente
depois que consegui a facilidade de recebê-lo em casa quinzenalmente e poder
fazer o pagamento também de casa, através da internet, além de todas a atenções
do produtor, Sr. Onivaldo.
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Viviane Kochhar
Professora de Yoga, com loja na Rua Antônio de Albulquerque, 472 -
Savassi
Minha saúde melhorou sensivelmente
Aprendi a gostar de queijo de cabra depois que constatei que, com ele, não
ocorriam os problemas intestinais que os queijos de vaca me provocavam. Mesmo
quantidade pequena de queijo de vaca dava uma dor de cabeça muito desagradável.
Na época residia em Londres, por dever de ofício consular do meu marido, um
indiano apreciador de todos os queijos, em especial os de cabra.
No bairro Islington, onde residia, ou mesmo no West End, onde trabalhava, havia
uma variedade tentadora de queijos de cabra e eu os usava tanto no café da
manhã como na culinária. Eu era freguesa assídua do supermercado Waitrose e da
loja Selfridges Food Store.
Longos anos se passaram. Retornando ao Brasil, ainda por contingência
profissionais do meu esposo, fixei residência em Belo Horizonte.
Experimentei logo os queijos de cabra existentes no mercado e em curto período
de experimentação escolhi o Capri-Vita como o melhor. É muito fresquinho,
gostoso e seu padrão é europeu.
Já há algum tempo recebo em minha casa os queijos para meu consumo semanal,
agora acrescido de uma consumidora: minha filha. Além do meu marido, Singh, é
claro.
Entretanto, gostaria que a Capri-Vita tivesse mais variedades, em especial o
queijo Cheddar, que usava em Londres para várias receitas divinas. Fica aqui
minha sugestão.
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Lélio Antônio Pinho
Economista e Perito Judicial 22/Agosto/2001
As Riquezas Do Queijo De Cabra
Desde que nasci, fui habituado a tomar muito leite de vaca e comer os derivados
do mesmo, ou sejam, manteiga, requeijão, queijos diversos, doce de leite e etc.
Talvez por ter nascido e vivido na região do rio doce, na cidade de
Sabinópolis/MG - a 18 km. do Serro -, de intensa atividade agropecuária nas
últimas quatro décadas.
Após me mudar para Belo Horizonte, na década de 60, eu mantive esse hábito, não
só na capital mas, principalmente, quando passava as minhas merecidas férias de
meio e fim de ano no interior, na casa de parentes.
Em Sabinópolis até hoje é cultivado o hábito de oferecer aos visitantes uma
pinga e um queijo. Na maioria das casas, de portas e janelas abertas, não pode
faltar o famoso queijo de minas.
E assim se foram anos. Fui crescendo e sempre comendo queijo de vaca, tipo
minas, prato, provolone, mussarela e etc. Na minha casa, quando um queijo já
estava pela metade eu logo providenciava outro. Como bom mineiro e apreciador,
o produto não podia faltar. Desde criança tinha dificuldade na respiração. O
meu nariz vivia sempre entupido e, nas crises, tinha que procurar um médico
para fazer punções. Um dos remédios recomendados à época era a praia. Os
remédios eram paliativos, mas não resolviam o problema.
Se foram vários anos, convivendo com o mau estar, até que por volta dos 35 anos
- hoje estou com 43 - resolvi curar o nariz e tomei as seguintes providências:
Primeiro procurei um alergista. Fiz um longo tratamento, gastei dinheiro e não
descobri a causa do problema.
Depois achei por bem consultar com um homeopata. Fiz a ele toda a abordagem da
minha vida, tomei durante muito tempo remédio, mudei o hábito alimentar, e
nada. Também não adiantou. Tive melhoras, mas não adiantou.
Posteriormente, resolvi tratar através da acupuntura. Esse tratamento foi mais
chato, eis que tinha que comparecer no consultório médico duas vezes por semana
e se submeter as famosas agulhas. Tinha seções que o médico fixava as agulhas,
normalmente nas orelhas, com permanência de dois ou mais dias. Também sofri e o
meu nariz continuou entupido do mesmo jeito.
Quanto a alimentação, não houve alteração. Sempre me alimentei muito bem e,
principalmente, do leite de vaca, queijos e derivados. Finalmente, resolvi ser
mais radical. Procurei um médico alopata. Contei a ele minha agonia e, depois
da consulta, me receitou várias seções de injeções, que duraram uns dez dias.
Cada dia num braço. No final, eu já não agüentava mais. Apesar do sufoco, as
injeções também não resolveram o problema. Nessa época, o médico resolveu me
pedir para tirar radiografia do seio da face, detectando inclusive inflamações
na região nasal.
Aí ele não teve dúvida, me recomendou, a queima roupa, uma cirurgia por dentro
do nariz, até a testa, passando por nervos óticos, para desobstruir as vias
respiratórias. Após a recomendação, eu peguei as receitas, fui para casa,
meditei um pouco e resolvi. Resolvi jogar todas elas no lixo e não tomar
decisão tão drástica. Achei que não merecia isso, um método tão radical e
perigoso.
Fiquei uns três meses sem procurar médico. Viajei nesse período e melhorei um
pouco e, num final de semana - sábado -, resolvi passear com os meus dois
filhos até a cidade de Ouro Preto e, no caminho, vimos um pesque-pague chamado
Caminhos da Liberdade, a uns 20 km, daquela cidade. Resolvemos parar, achamos
interessante, alugamos umas varas e pescamos, ou seja, o meu filho mais novo,
Pedro, pegou um bagre africano por acaso, Foi muito divertido.
Ao sairmos do pesque-pague, encontrei com o meu grande amigo Onivaldo no
estacionamento, com um ar típico de fazendeiro. Carro empoeirado, calça jeans,
butina e porta-malas cheio de quitutes de fazenda. Depois de uma boa prosa, meu
amigo me disse que tinha um sítio ali perto, no município de Itabirito, chamado
Quinta Cabrália, que estava criando cabras e fabricando queijos, e ainda, que
ia fazer entrega dos seus produtos no restaurante Caminhos para a Liberdade. E,
gentilmente, me ofereceu dois queijos de cabra para experimentar. Agradeci, nos
despedimos e quando cheguei em casa, provei do queijo do Onivaldo e gostei
muito.
Na semana seguinte, como o queijo lá de casa tinha acabado, comecei a saborear
queijo de cabra. Na minha casa pode faltar tudo, menos queijo. Na mesma semana,
liguei para o meu amigo Onivaldo para tratar de um assunto profissional e, na
conversa, ele me perguntou sobre o queijo, consistência, paladar, etc. e, como
não podia deixar de ser, fiz imensos elogios ao produto e na oportunidade
encomendei mais um quilo, aproximadamente 5 queijos.
Uns três ou quatro dias depois eu notei uma mudança considerável na minha
respiração. O meu nariz limpou, consegui respirar melhor e como não tinha feito
nada diferente nas duas semanas anteriores, descobri, depois de mais de 38
anos, que o problema em minha respiração era em decorrência de alergia por
leite de vaca. A partir daí, somente consumo queijo de cabra. E mais, do Sitio
do meu amigo Onivaldo, que gentilmente me entrega semanalmente 1 kg. de queijo,
mais ou menos 5 peças.
Eu costumo dizer que o queijo de cabra do Sítio do Onivaldo para mim é como
remédio, aonde eu vou eu levo para o café da manhã, tira gosto ou lanche da
tarde. Já comprei até vasilha própria para acondicionar.
Recentemente, eu tinha marcado com uns amigos para tomar uma cerveja, no final
de uma tarde de quinta feira, no famoso bar Maria de Lourdes, antigo Colúmbia.
Quando estava saindo do escritório, a minha encomenda semanal de queijo de
cabra acabava de chegar, fresquinha. Recebi a mesma e não hesitei, tirei uma
peça e a levei para o bar, que foi saboreada à palito, com azeite e orégano,
cedidos pelo garçom, na presença dos amigos, que adoraram a iniciativa e também
fizeram efusivos elogios à qualidade do queijo.
Finalmente, quero deixar uma mensagem que muito se enquadra no contexto desta
história:
NESTA VIDA NADA ACONTECE POR ACASO.
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